
As autoridades moçambicanas asseguram que não há paralisação no fornecimento de medicamentos no país, contrariando a percepção de escassez no sistema nacional de saúde.
O Ministro da Saúde, Ussene Isse, explicou que os prazos no processo de aquisição fazem parte de procedimentos internacionais e não significam falta de medicamentos, destacando que o abastecimento continua a decorrer normalmente.
O governante apontou a dependência externa como um dos principais desafios, defendendo o investimento na produção local para reduzir constrangimentos.
Apesar da estabilidade no fornecimento de medicamentos para doenças prioritárias como malária, tuberculose e HIV/SIDA, reconheceu limitações no acesso a alguns fármacos, como antibióticos e medicamentos para doenças crónicas, cuja gestão está a ser feita com base em prioridades.
O sector tem privilegiado o atendimento de casos de emergência, mesmo que isso implique o adiamento de algumas actividades, como campanhas de cirurgias.
Paralelamente, foi registado um aumento precoce de casos de gripe, sendo reforçado o apelo à prevenção, sobretudo entre grupos mais vulneráveis.
As autoridades garantem que o sistema de saúde continua funcional e que estão em curso esforços para melhorar o abastecimento, destacando a importância da divulgação de informação correcta à população.
AIM